TRAILERS
* Saiu o teaser trailer oficial "Batman Begins", não mostra muita coisa, mas o que deu pra ver já foi o suficiente pra ver que os caras estão mandando bem e o Christian Bale, bem, ele continua um gato. Outra coisa boa que deve sair, ou já saiu e eu não achei ainda, é o novo curta-metragem do Sandy Corolla, que fez o exelente "Batman: Dead End". Nesse novo curta, além do Batman, teremos Asa Noturna e Super-Homem!!!! Pelo que li o filme se chama "Batman: Madness". O filme conta com o mesmo ator fortão que fez o Batman no primeiro curta. Abaixo, o uniforme do Batman Novo que, apesar de ainda ser uma armadura, tá bem mais maleável do que das outras versões o que permite mostrar a agilidade do Batman.

* Ontem vi uma gravação feita na Comic-con 2004 em que um fã gravou o trailer da Extended Edition de "O Retorno do Rei", é de cair o queixo de qualquer mortal. Apesar da câmera tremer e tals, dá pra ver de boa e ainda da pra ver a reação das pessoas diante das cenas, muito foda. A cena final da parada nego pira, a galera exalta e da pra ouvir uma mulher quase gozando dizendo "Oh! MY GOD!" e o pessoal comentando a cena. Só digo uma coisa... GOZO! Serão 50 minutos a mais de filme! E até hoje nada de lançar as extendidas aqui. Abaixo, uma das últimas cenas do vídeo que, como eu disse, são de cair o queixo.

Escrito por Diogo Bulldog às 12h59
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Battle in Juiz de Fora Fields!
* Pouco após a despedida da manhã e o sol forte aquecendo a fria tarde, partiu para Juiz de Fora uma horda de frondosos Guerreiros e de lindas Amazonas, que na arte da guerra não deixam a desejar. Bebendo cerveja, entoando canções a muito esquecidas, eles partiram, com o coração alegre e com a alma a flutuar. A viajem teve seus momentos de cordialidade e laços de amizade foram estreitados, a benção de Crom se rejubilou sobre nós. Adentrando naquela que seria a nossa cidade de destino, não nos abatemos com o cansaço da longa viajem e colocamo-nos a deleitar dos ventos favoráveis que amainavam o peso da travessia e a união de todos trouxe emoção a este que vos fala pois não é todo dia que se vê hordas de tão alta linhagem juntas, ainda mais com o único intuito de engrandecer o Rock, que guia a vida de todos nós. O campo de celebração, onde apresentações em nome do Rock seriam feitas, estava pronto... mas o que se viu foi o Horror! Banda horríveis se apresentavam, cover era o que se ouvia e cover era o que desanimava. Tal qual as desgraças do mundo antigo, quando deuses se abatiam sobre o mundo, tivemos de ver e ouvir aquele hediondo espetáculo, um espetáculo de horrores, somente comprarado aos horrores da guerra. O desânimo tomava conta dos bravos e entorpecia a cabeça dos altivos, apenas o povo local curtia, mostrando serem nivelados por baixo, o que permite dizer que se comparam aos bárbaros em sua gritante limitação, tanto intelectual quanto artístca. Após sermos soterrados de lixo, até onde se pode suportar, nosso amigos do Antecedentes subiram ao palco, podíamos ver ali a esperança renascer, pois ali estavam valorosos homens. Tudo rumava para o espetáculo em homenagem ao deus Rock, pois ali estava sendo feito um verdadeiro som digno de seu nome. Rock ficaria orgulhoso pois ali estavam seus mais nobres filhos, Madão, semelhante a Apolo em Beleza, Dimitri, altivo como Prometeu e Tor, o filho mais belo e querido de Odin. O verdadediro som estava acontecendo, foi inflamado o coração dos homens e mulheres que ali estavam, a glória estava por vir. Em meio à unção que estávamos recebendo dos deuses por interméido dos Antecedentes a vilania dos bárbaros se fez presente, a ralé de JF começava a atacar. Pouco antes, um desavisado morador daquela imundice chamada Juiz de Fora, tinha acertado a brava amazona Ana, cujo a garrafa de cerveja se espatifou após a mesma te-la ferido no ombro, causando dores a ela e infalnado o ódio de seus conterrâneos. No meio do underground, via-se o desespero dos nativos pela grandiosidade da nossa raça, como se nossa presença e nossa boa música os lembraçem de sua inferioridade. Cotovelos para o alto, chutes mirados e punho cerrado era o que se via nos bárbaros, sorriso, alegria e paixão pelo Rock eram os igredientes dos bravos. Os ânimos exaltaram-se, o desespero nativo ficou maior, começou a grande guerra. Um troglodita sem honra alguma, já que desferiu o golpe por trás, acerta o valoroso Mineiro, que apenas se deleitava com o espetáculo que via. Nessa mesma hora, viu-se aquele que nada temia, Paolo, tal como Aquiles se abatendo sobre as hostes troianas, a se afrontar com o famigerado bárbaro. Os olhos de Paolo, semelhante aos deuses em beleza e força, crispavam de ódio e nem mesmo Grond, o aríate das profundesas, seria capaz de derrubá-lo, somente a intervenção de seus valoroso amigos pode suprimir a sua fúria. Uma garrafa é quebrada, sangue é visto no chão... Parati, nobre por si só, sobe ao palco, seu sangue jorra, a fúria se inflama, estamos cercados pelo inimigo. Ao invés do desespero abitual de um cerco fechado, tomamos as vias de saída e do lado de fora ainda se instaurava o desequilíbrio. Sasquat, o falgelo dos homens, descobre o autor da garrafada e parte pra cima dele, após um pequeno embate, é segurado e contido pela amizade de seus conterrâneos. Grande é a nossa raça e a diversidade a faz ainda mais forte, pois aqueles que apaziguaram o coração dos revoltos fez com que as perdas fossem menores, pois como disse Shun-Tzu na brilhante obra "A Arte da Guerra", " Só lute em campo inimigo, se tiver certeza da vitória completa" e nós não teríamos a vitória completa se ficássemos ali, nós somos de uma cidade mais civilizada e ali não era uma cidade civilizada e não éramos dali. Recolhemo-nos ao nosso meio de transporte, batizado de "Hardbus" em homengem àqueles cujo a beleza supera até a dos deuses, Lion Heart. Pegamos, no Pronto Socorro, o ferido Parati que com bravura suportou todas as provações dizendo no final que estava tudo bem. Voltamos com o coração pesado, amargurado por não termos entoado mais canções a Rock, o deus maior. Somos vitoriosos não porque lutamos, mas porque provamos a nossa imensa superioridade sobre aqueles que se julgam roqueiros e punks. Somos vitoriosos porque somos unidos pelos laços da amizade que nunca se rompem, estendemos a mão uns aos outros e nos afagamos com carinho nas horas boas e ruins, olhando a eternidade sem fim como o caminho a seguir, sempre em compania dos bons e valentes amigos. Muito ainda ocorreu que meus olhos humanos não viram, a falta de onipresença me vetou a inclusão de todos os fatos nessa narrativa. Salve Barra Mansa e Volta Redonda! Salve Rock como Deus Maior! Nos apiedemos dos fracos a distância e esperemos que eles nunca coloquem os pés no estado do Rio de Janeiro e sejam vistos por qualquer um de nós, pois vingança será plena e conclusiva. Hosanas e Hinos serão entoados sobre essa batalha, daqui até a eternidade.
Diogo Arneiro
Escrito por Diogo Bulldog às 14h44
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