Minha linda filha de 9 anos chega pra mim em me diz "Papai, eu te amo muito, não saberia viver sem você.". No sofá da sala, de cueca e camiseta branca toda suja de gordura, com a barriga obesamente grande, controle remoto numa mão um pedaço de carne estragada na outra. Viro-me para ela e com a minha cara gorda e com a barba imensa, essa também completamente imunda de gordura, tento falar alguma coisa, mas antes solto um arroto sepulcral. Nota-se a falta de um olho e vários dentes, os que sobraram, mal se prendem na boca. "Eu também não conseguiria viver sem você meu amor, afinal de contas, não consigo ficar sem sexo um dia sequer.". Esperando ver minha filha chorar, me choco com a resposta "Mas é exatamente por isso que te amo." Apesar da aparência de velho prestes a morrer do coração, me levanto e a pego nos braços "Isso está errado filhinha!" viro-a e a enrabo com uma selvageria nunca antes vista. Perco o controle e começo a bater nela com muita violência, bato até chegar a um ponto em que pego a faca elétrica e esquartejo o seu corpo na mesa da cozinha. Separo primeiro os bracinhos meigos que, ainda que com mãos pequeninas, batiam uma punheta como ninguém... jogo-os em um saco plástico com tristeza... que delicadas mãos... que ótimos movimentos. Tento serrar a cabeça em duas partes, começando a cortar pelo meio da cara. A faca elétrica trava e pára de funcionar no meio do processo, o que pra mim é muito bom, já não suportava o barulho do osso e do borbulhar da massa disforme que saia do corte. Enfio os dedos na abertura da cabeça e com forças contrárias quebro o resto que falta. Um de seus olhinhos azuis cai na minha frente... esmago-os com severidade porque aqueles olhos me desejavam ainda que mortos. Com uma machadinha, arranco as perninhas que tanta alegria sexual me deram, no meio delas o paraíso ainda liso, delgado e luxurioso tantas vezes penetrado. Choro de forma brutal, esquartejando, picando e me masturbando. Suas víceras começam a feder, merda e bile me fazem vomitar. Terminado o serviço, junto todo o material e incinero tudo, nada de vestígios. Fujo com medo de que descubram o mal que fiz.
Saio do Brasil, um país que eu achava uma merda pra se viver e cujo o presidente não tinha um dedo, e fui para a Glória Americana. Emagreci, fiz a barba e coloquei dentes. Deixei de ser um pirata amedrontador e passei a ser um cara bem bonitão, com um tapa-olho muito no estilo. Eu sabia que nos Estados Unidos, as mulheres não tinham muito pudor em relação à pessoas deficientes, elas namoravam e casavam com caras coxos, surdos, cegos e principalmente com caras de tapa-olho. Acho que elas tem tara por caras com tapa-olho. Não demorou muito para que eu me sentisse muito bem na Terra Prometida. As mulheres caiam aos borbotões do céu, eu fazia sexo todos os dias e nem precisava trabalhar, tinha tantas amantes ricas que vivia só na mesada. Chegue a transar com 4 ao mesmo tempo e as 4 descobriram que se amavam e me abandonaram para viverem vidas felizes no Taiti. Naquela época, eu já procurava alguém para amar de novo. Não amar aquela porcaria de mulher que tive no Brasil que, assim que perdi o olho me abandonou com uma filha pequenina que, por causa da minha depressão, foi sodomizada durante toda a infância. Acho que ela não gostava de caras com tapa-olho, o que me leva a crer que as americanas são muito mais evoluídas e caridosas do que as brasileiras de merda. Como caolho eu era, na terra das oportunidades, logo me apaixonei por uma linda mulher que, além de gostar de caras deficientes, se apaixonou pelo meu humor negro. No dia do nosso casamento, zuamos todos os deficientes, mendigos, velhos, doentes terminais e quem mais estivesse sofrendo e na merda... eu estava no céu, com a mulher que amava, no país que amava e com o tapa-olho no estilo.
Allison e eu tivemos um filho, Horovitz era o nome dele, uma singela homenagem ao único figurante que derrotou um astro principal na extinta WWF. Morávamos em uma linda casa, com gramado verde e uma lindíssima bandeira americana junto ao jardim. Horovitz crescia com saúde e minha vida era feliz... até o dia em que Allison teve um mal súbito durante uma sessão de BDSM que estavámos fazendo e morreu com meu pênis ainda rijo dentro dela. Aproveitei o momento para deixar meu pênis lá até o corpo dela ficar frio. Assim que ele esfriou, gozei. Desta vez, fui uma pessoa digna, fiz um enterro todo formal. Amigos com tapa-olho vinham com suas esposas lindas e suas proles me darem um alento. Horovitz brincava com a cara cheia de formol da mãe, formando caretas e outras coisas bacanas, me juntei a ele na brincadeira e nos divertimos muito. Um momento entre pai e filho inesquecível. Sempre depois daquele momento, nos lembrávamos das caretas que montamos com a cara morta de Allison naquele dia de dor e tristeza. No decorrer da vida a partir dali, fui ficando doente e doente, Horovitz tal qual o lendário lutador, foi para Los Angeles tentar ser astro da WWF que agora tinha outro nome por causa de uma ONG de merda para preservação do meio ambiente. Eu ficava em casa, vendo o campeonato de pôquer pela televisão e me entupindo de comida na esperança de morrer logo.
Meu estado de saúde se deteriorou a tal ponto que fui para um hospital, tudo pago pelo governo. Se fosse no Brasil, já teria morrido e não teria visto vários filmes legais que lançaram e nem lido outros ótimos livros. Meu filho nunca mais me visitou, se engraçou em uma seita de magia negra onde eles sodomizavam garotinhas indefesas... isso me trouxe lembranças de uma vida passada que ainda me lembro com carinho, me lembro de quão bom era o sexo. "Diogo, seu filho Horovitz está aqui e deseja lhe falar." me esclarece a enfermeira. "Ok Evangeline, mande ele entrar." Ao entrar vejo que ele está perturbado, muito perturbado. Andando de um lado para o outro ele fala coisas que não entendo. "Pare com isso meu filho, você está deixando o papai nervoso.". Quando falo ele para e começa a chorar e olha pra mim. Fico petrificado. Ele vem na minha direção e, levantando a minha camisola de doente de hospital, começa me masturbar e a chupar meu debilitado pau. Tento fazer algo, mas fico ali, todo relaxado e curtindo o momento... mas morro assim que ele me diz "Apesar de tudo, eu ainda te amo muito papai..."