Eu era o dono de grandes pedaços de terra no oeste americano. Grandes e planos campos onde ao meio ia a minha fortificação. Como um tirano insensível, eu dominava os índios e os usava como escravos e as índias como escravas sexuais. Apesar de ser casado e ter uma linda filha, que por ser assim tão linda também era abusada sexualmente pela minha pessoa, eu fazia grandes orgias festivas juntamente com meus comparsas. Bebíamos conhaques feitos em nossos alambiques e fumávamos charutos das folhas de nossas plantações com porções de ópio. Ao final dessas grandes festividades, torturávamos e dávamos de comer aos lobos um escravo, desde que ele ainda estivesse vivo para ver o terror nos olhos das bestas. Nas minhas terras não tinha igreja, pois a única relizião que lá existia era o que as pessoas chamavam de Dioguismo, onde um deus soberano, eu no caso, tinha direito a tirar a virgindade de todas as meninas que em minhas terras tivessem nascido, sendo ela nascida em outra localidade já não teria tal poder. Apesar de eu ser gordo, careca, sem dente, com mau-hálito, com frieiras, feio e ter lepra, todos me adoravam e faziam sacríficios pra mim, as virgens adoravam a idéia de serem defloradas pelo meu pau já morto.
Um dia poratato, uma voz veio a mim, enquanto eu inspecionava o gado e me disse "Você ainda não cumpriu seus deveres!". A voz era severa, como a de um pai que a um filho chama a atenção. Achei que era o exesso de ópio na mente e deixei pra lá. Continuei a inspeção. Aquele era um dia de festas pois era o meu aniversário. Em todos os meus aniversário eu matava com requintes de crueldade o número de índios correspondentes aos meus anos de vida como também era esse o número de mulheres que eu teria na cama naquela noite. Alguns jornais da região e da capital, diziam que eu dirigia uma seita demoníaca e que estava ensaiando para um suicídio coletivo nas minhas terras. Eu apenas ria de tudo isso. Eu era chamado de John Holmes do oeste... pelo modo de vida lógico e não pelo tamanho da pica rija. Diziam que eu era fraco no meu interior e que usava da minha posição de poder para ter aquilo que não conseguiria por métodos naturais. Eu adorava colocar pessoas na linha do trem e ver ele passar por cima.
Depois das comemorações do meu aniversário eu comecei a ouvir de novo a voz e cada vez que eu a ouvia, ela estava mais brava e alta. Pessoas começaram a sumir do meu forte assim como índios, gado e cavalos. Até o dia em que sobrou apenas a fortificação. A voz me disse então "Para com isso agora! Não vou repetir mais uma vez, se não fizer o que eu mando, vai perder tudo." Finjo que não escuto e fico perambulando pelo que antes era uma lugar cheio de vida, onde eu ouvia a melodia dos gritos dos índios torturados, ou o gemido de uma menina penetrada com violência... a minha própria risada de ópio e conhaque. Vejo então o que estava a fazer sumir as pessoas e bens do meu pequeno reino... Uma enorme mão vinha do céu e os pegava!!!!! Fiquei atônito e comecei a rezar e a chorar, pedindo perdão por tudo o que eu tinha feito antes e que estava pronto para o que fosse pedido.
Vem então a mão e pega o grande Forte e diz "Tarde demais, você está de castigo. Só volta a brincar de Forte Apache quando fizer o dever de casa!" me disse a voz. "Mas papai eu iria deflorar 15 virgens na 'Festa Anual das 15 Virgens'! Não faça isso, por favor!" digo com a voz embargada. Meu pai vira pra mim colocando o Forte dentro da caixa e diz espantado "Mas você só tem 7 anos! Como pode pensar uma coisa dessas?". "Eu preciso de ajuda!" é tudo oq eu consigo dizer.